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oi, eu sou o

Alexandre

Engenheiro Eletricista - CREA-MG · Especialista em Ciências de Dados e Big Data (PUC Minas) · Técnico em Mecatrônica

Mineiro Barbacenense, cresci desmontando computador e instalando programas. Hoje moro nos Estados Unidos, na região de Quad Cities, e passei a carreira ligando máquina, dados e software industriais, em fábricas, mineração e projetos de engenharia em mais de 25 países.

Alexandre Ferreira A.
esse sou eu

resumindo

Um engenheiro que ainda gosta de resolver problema de gente.

Quero ajudar pequenos negócios a resolver aqueles problemas em que engenharia e sistema bem feito dão resultado de verdade: ligar uma máquina ou um sensor a um sistema desktop ou web, fazer programas diferentes conversarem entre si, desenvolver um software do zero ou dar vida nova a um sistema antigo. Quem me chama tem um engenheiro de verdade, que vai até o local, entende o problema e conversa direto com as pessoas. Sem intermediário e sem repassar o serviço para outro. Aprendi isso em linha de robôs, em mineração e em quatro continentes; agora levo para o negócio da esquina.

Moro em
Quad Cities, Iowa/Illinois (EUA)
Sou de
Barbacena, Minas Gerais
Formação
Engenharia Elétrica
Pós-graduação em Ciência de Dados e Big Data
Técnico em Mecatrônica
Hoje
Engenheiro de planta numa indústria americana
Estrada
Clientes em mais de 25 países
Idiomas
Português e inglês

minha história

Como eu cheguei até aqui, em seis partes.

  1. 01 · infância

    O garoto que arrumava o computador dos vizinhos

    Eu era aquele menino que abria o computador de casa só para ver como funcionava, e quase sempre conseguia montar de volta. Ninguém me ensinou: fui aprendendo na base de instalar, quebrar e consertar. Programa, jogo, rede local, peça por peça.

    Não demorou para vizinho e conhecido começarem a me chamar para formatar o PC ou fazer a rede funcionar. Olhando hoje, aquela foi a minha primeira consultoria, sem nota fiscal e movida a indicação. E quando eu aprendia uma matéria antes da turma, acabava explicando para os amigos.

    Meu pai sempre dizia: não é para trabalhar, é para ser pago para fazer o seu hobby.

    Foi assim que eu fui parar na Engenharia. Gostava de estudar, de física e de matemática, e principalmente de resolver problema que dá para pôr a mão.

  2. 02 · indústria automobilística

    Robô de dia, escola à noite

    Minha família não tinha como pagar faculdade, então fui cedo para a indústria para ter a minha renda e bancar os estudos. Entrei no técnico em Mecatrônica à noite e, ao mesmo tempo, numa montadora, programando e dando manutenção em robôs da linha de pintura eletrostática.

    Aquele ano definiu o ritmo de tudo o que veio depois: turno integral na fábrica, aula à noite e o que sobrava de tempo ia para os meus trabalhos de faculdade aos finais de semana. Trabalhei lado a lado com manutenção, operação e engenharia, processo, no meio mecânica e elétrica. Mas foi na automação que eu me encontrei.

    • programação de robôs
    • pneumática
    • hidráulica
    • manutenção
  3. 03 · mineração

    Máquinas maiores e o primeiro projeto de verdade

    Depois veio a mineração. Nos primeiros cinco meses fiz um programa intensivo de manutenção elétrica industrial, das 7h às 17h, enquanto terminava o técnico à noite. Em seguida fui para a instrumentação e a manutenção eletrônica de bancada na usina e, mais tarde, entrei para a equipe de automação, mantendo e desenvolvendo programas de CLP e sistemas supervisórios.

    No meio disso comecei Engenharia Elétrica: usina de dia, faculdade à noite, estudo no fim de semana. Um professor me chamou para um projeto extra e eu fiquei responsável pela automação e pelo software de um forno de laboratório. Foi o primeiro projeto de engenharia que foi meu do começo ao fim.

    • elétrica industrial
    • instrumentação
    • CLP
    • supervisório
  4. 04 · 5+ anos de consultoria

    Mais de 25 países com uma mala só

    Uma empresa parceira me ofereceu uma vaga em consultoria de engenharia e software, e eu aceitei. Por mais de cinco anos fui consultor técnico em projetos de dados de processo (modelagem, análise, engenharia de dados, design de dashboards), automação tradicional, IIoT, suporte a banco de dados e PIMS e, com o tempo, liderança técnica de equipes. Foi nessa época que me formei engenheiro.

    O trabalho me levou a clientes em mais de 25 países, do Peru e do Chile à Finlândia, da Arábia Saudita à Austrália. Cada lugar com a sua língua e o seu jeito, e quase sempre a mesma pergunta por trás: como tirar a informação certa dessas máquinas e usar isso a favor do negócio?

    • dados de processo
    • dashboards
    • IIoT
    • PIMS
    • liderança técnica
  5. 05 · 4+ anos, indústria americana

    De dados globais a uma planta em Iowa

    Uma grande indústria americana de manufatura me contratou como engenheiro especialista global de dados. Meu trabalho era ligar os dados das máquinas e equipamentos (OT) aos sistemas corporativos (IT), modelar esses dados e montar a arquitetura de análise e as ferramentas usadas pela operação, por cientistas de dados e pelo time de P&D.

    Depois assumi um novo desafio na mesma empresa: engenheiro de planta numa das unidades em Iowa. Foi isso que me trouxe para Quad Cities, onde moro hoje.

    • integração OT/IT
    • arquitetura de dados
    • apoio a P&D
    • engenharia de planta
  6. 06 · hoje

    Por que esta página existe

    Depois de todos esses anos, o que eu mais gosto de fazer continua sendo o mesmo de quando era criança: sentar com a pessoa, entender o problema e resolver.

    É isso que eu quero oferecer, de pessoa para pessoa, a pequenas e médias empresas. Nos Estados Unidos, aqui em Quad Cities. No Brasil, junto com a equipe da AFA Engenharia em Barbacena. Levando tudo o que aprendi em fábrica e em projeto mundo afora.

Base de conhecimento

Engenharia

A engenharia tradicional: entender o problema e o processo, desenhar o esquema, levantar as causas raiz, buscar a solução, projetar, testar, implementar e manter funcionando. Meu forte é o lado conceitual desse trabalho, passando por engenharia industrial, de processos, elétrica e eletrônica, dados, controle e automação.

Dados

O caminho inteiro do dado: onde ele começa e como é gerado, como se conecta e flui, como se transforma e como é lido, analisado e comunicado, até virar o insight e o dashboard que alguém usa para decidir.

Automação e Controle

Fazer o processo andar sozinho: hardware de engenharia (CLPs, sensores, robôs) junto com software e sistemas virtuais, para otimizar o processo e chegar ao controle automático total.

Sistemas

O ponto onde várias áreas se encontram: engenharia, física, matemática, software, processos, negócios, marketing e finanças funcionando como um único sistema complexo. Complexo porque tem muitas partes, muitas entradas e muitas respostas possíveis. No fim, um sistema complexo é usar tudo o que se tem, gente, dados, engenharia, física e robôs, para chegar a uma resposta ou resolver um problema.

por onde o trabalho me levou

De Minas para o mundo.

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